Antes de existirem mundos abertos em 3D completo, o género de ação criminal vista de cima já definia o que significava liberdade num videojogo: uma cidade para explorar, carros para roubar, e missões que raramente pediam desculpa pela violência.

O que se manteve

Payback 2 preserva o essencial dessa fórmula: câmara aérea, cidade construída para perseguições, e uma estrutura de missões que mistura condução e tiro sem transição forçada entre os dois.

O que mudou

A maior diferença está na estrutura narrativa: em vez de uma única campanha linear, Payback 2 opta por episódios independentes dentro da mesma guerra de clãs, um formato mais adequado a sessões de telemóvel do que a estrutura tradicional do género nos anos 2000.

Um género que envelheceu bem

Mais de duas décadas depois de a fórmula ter sido definida, continua a funcionar — e Payback 2 prova que adaptá-la ao telemóvel não exige perder o que a tornou popular em primeiro lugar.